Examinemos a figura , começando pelo solenóide da direita (7-8-9-10). A corrente, ao penetrar pelo borne B2, cria polaridade S no lado 7-8 do referido solenóide, lado esse situado mais próximo da borboleta (A polaridade ficará comprova da se aplicarmos a regra exposta.) A asa superior da borboleta (polaridade S) é portanto repelida, e a inferior (polaridade N) atraída.
Bastaria apenas o solenóide da direita para fazer mover a borboleta, a qual, como já sabemos, arrasta consigo a agulha a-g. Contudo, a fim de reforçar tal movimento, a corrente passa ainda do solenoide da direita para o da esquerda através da chapa condutora K-K, a qual serve também de suporte ao sistema, apoiada como está na própria armação do aparelho.
A corrente ao circular pelo solenóide da esquerda origina polaridade N no seu lado 3-4 situado mais próximo da borboleta, como se prova lançando mão da regra já citada: a asa superior é atraída e a inferior repelida. Como se vê, as polaridades de ambos os solenóides atuam sobre a borboleta de modo concordante, tornando os movimentos dela mais enérgicos: a extremidade a da agulha a-g se desvia para a esquerda. Invertendo-se a corrente, isto é, fazendo com que a corrente entre nas espiras pelo borne B1, as polaridades dos dois solenóides também se invertem: o movimento da agulha é então executado para a direita.

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