Suponhamos que um dínamo excitado em derivação gira em dado sentido.
Utilizando-se esse mesmo dínamo como motor, o sentido da rotação continuará a ser o mesmo que ele unha como gerador. Aqui também nada adianta mudai a direção da corrente mediante permuta dos fios condutores da corrente fornecida pela fonte externa e que vão ter aos bornes BI e B2, porque, assim procedendo, inverte-se também o sentido da corrente que circula por todas as espiras tanto das do indutor como das do induzido: em conseqüência o sentido da rotação continua o mesmo.
Para mudar o sentido da rotação emprega-se sistema semelhante ao que foi utilizado no motor em série, invertendo-se a direção da corrente, ou apenas no indutor ou apenas no induzido. Para regular a velocidade, deixa-se intacta a intensidade da corrente no indutor e se diminui a tensão no induzido mediante o reostato R intercalado em série com o mesmo induzido.

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