No enrolamento de anel, a única porção ativa de cada espira é a que gira pelo lado externo: as porções restantes servem apenas para estabelecer ligação com o enrolamento vizinho. Em conseqüência deste desfavorável aproveitamento e de outras razões que não discutiremos aqui, tal enrolamento é utilizado apenas em casos especiais, tendo sido substituído quase totalmente pelo enrolamento de tambor. Entretanto, o estudo do primeiro facilita o estudo do segundo, uma vez que ambos são fundamentalmente semelhantes.
Consideremos um rotor cilíndrico constituído por grande número de delgadas chapas de ferro circulares, isoladas entre si por substância não condutora, como papel de seda, verniz isolante, ou o próprio óxido que se forma sobre o ferro das chapas. (Rotor formado por peça de ferro inteiriça seria muito Inconveniente: facilitaria a circulação das correntes parasitárias, com grande desperdício de energia por aquecimento excessivo do metal.)

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