Este processo é muito empregado, é baseado nos fenômenos descritos no parágrafo 21. Em tomo de grosso núcleo de ferro macio em forma de U (figura 9) enrola-se comprido fio de cobre isolado, formando várias camadas: teremos assim um eletroímã. Se as extremidades de tal enrolamento forem ligadas aos bornes de uma bateria de pilhas, o referido núcleo se transformará imediatamente em poderoso ímã capaz de imantar qualquer peça. Suponhamos que há necessidade de se imantar a peça A de aço da figura 9: para esse fim basta que ela seja posta em contato com os pólos N e S do eletroímã conforme indica o desenho. (Note-se que as peças Fe não são mais do que prolongamentos dos citados pólos.)

Em alguns segundos A receberá forte imantação que se conservará indefinidamente. A extremidade do novo ímã que se achava em contato com o pólo N do eletroímã recebeu a polaridade Sul. As peças F e F de ferro macio, móveis como são, servem para nelas se adaptar as extremidades das peças de aço a serem imantadas, pois como é claro, estas últimas podem apresentar variadas formas e tamanhos. Mais tarde voltaremos ao assunto referente a eletroíman, mediante estudo mais aprofundado.

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