A teoria molecular do magnetismo, mencionada nos parágrafos anteriores, costuma ser demonstrada por meio da seguinte experiência: Introduza a limalha de ferro em um tubo de vidro (figura 12A), uma vez fechado, verifique, com o auxílio da bússola, a sua polaridade: observa-se que nenhum dos extremos do tubo repele a agulha da bússola (mas ambos a atraem), prova de que a limalha não está, de fato, imantada. Imante o conteúdo do tubo (B, figura 12) por qualquer processo, verificando-lhe em seguida a polaridade mediante a bússola.

Observa-se então que os pólos opostos (um do tubo e outro da agulha) se atraem e os do mesmo nome se repelem. Sob a influência magnética as moléculas tomam posições, enfileirando-se em linhas paralelas: o pólo norte de uma é contíguo ao pólo sul da que lhe é vizinha, e assim por diante (figura 12, em B). O tubo converteu-se em um ímã. A seguir agite a limalha contida no tubo em questão. Isto feito, aproxime a bússola do tubo: verifica-se a repetição do fenômeno já observado antes de se imantar a limalha. Fecharam-se de novo todos os circuitos magnéticos interiores em virtude de as moléculas se terem misturado outra vez indistintamente. Em conseqüência, observa-se que não há manifestações de propriedades magnéticas: o tubo de limalha deixou de ser ímã.

Please follow and like us: