Examinemos a figura. Em vez do ímã permanente, temos um eletroímã a formar o campo magnético indutor. A corrente elétrica que percorre as suas experiencias, excitando-lhe o núcleo, é fornecida por fonte instalada à parte: uma bateria p de pilhas ou acumuladores, ou mesmo outro dínamo, servem para tal fim. Os dois circuitos, indutor e induzido, são mantidos, pois, em completa independência. Mediante o reostato R, podemos variar a intensidade da corrente indutora, com a conseqüente variação do campo magnético; isto também produz modificação na força eletromotriz gerada no induzido. Aos dínamos excitados por semelhante forma (hoje pouco empregada), dá-se o nome de dínamo de excitação Independente.

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