Examinemos a bobina retangular e fechada A-B-C-D montada sobre o eixo horizontal X-V (o eixo material não foi desenhado) e posta dentro do campo magnético uniforme N S. Tal bobina pode girar em torno do referido eixo na direção indicada pela seta F A direção da força eletromotriz induzida, assim como a variação da sua intensidade, é a mesma que resulta das diferentes posições da espira durante uma revolução completa.

O plano da citada bobina A-B-C-D (por ora considerada imóvel), é perpendicular às linhas de indução (1-1, 2-2, 3-3). É nesta posição que o retângulo formado pela bobina envolve ou circunda a quantidade máxima dessas linhas. Ou por outras palavras: em tal posição, a quantidade de linhas de indução que podem penetrar na área circundada pelo retângulo atinge o número máximo possível. Enquanto a bobina permanecer imóvel dentro do campo magnético, não haverá força eletromotriz.

Façamos com que a bobina gire em torno do próprio eixo. Na direção indicada pela seta F: os lados B-A e D-C, ao principiar a rotação, começam a cortar linhas de indução. Em cada um dos lados é gerada uma força eletromotriz, e depois de um quarto de volta a bobina atinge a posição indicada na figura. De conformidade com a regra da mão direita, a corrente elétrica assim originada circulou de B para A no lado que se vê, as e de C para D no lado do retângulo deslocado para cima. Como se vê, as correntes que percorrem os dois referidos lados coincidem nas direções ao longo do fio: há, pois, soma de forcas eletromotrizes.

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