Para se utilizar no exterior a corrente que circula na bobina que acabamos de estudar, lança-se mão de um meio mecânico: faz-se uso de dois coletores circulares, constituídos por aros de cobre montados cada qual sobre discos e é de material isolante. Os discos são solidários com o eixo x x da bobina, e os aros coletores estão electricamente isolados um do outro, assim como ambos estão isolados do eixo. Cada extremidade da bobina A-B-C-D está ligada a um dos coletores circulares: a extremidade do lado D-C está ligada ao coletor J, e a do lado B-A está ligada ao coletor 2. As peças de cobre ou de carvão E-l e E-2, chamadas escovas, apoiam-se com leve pressão sobre os coletores e servem para encaminhar a corrente elétrica ao circuito exterior, com o qual têm ligação.

Durante a primeira metade da revolução da bobina A-B-C-D, a direção da corrente em A-B é de B para A; de A a corrente se dirige para a escova El (que, portanto, é a positiva) de onde passa para o circuito exterior, composto, por exemplo, de lâmpadas incandescentes L ligadas em paralelo. Depois de atravessar as referidas lâmpadas, a corrente atinge a escova negativa E2, de onde passa para a bobina, circulando de C para D, de D para B etc.

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