O tubo de vidro em forma de U contém água na qual dilui-se algumas gotas de ácido sulfúrico para torná-la mais condutora. O eletrodo de platina PI introduzido no ramo esquerdo do tubo será ligado ao pólo positivo de bateria composta de três elementos. O eletrodo R também de platina, situado no outro ramo, será ligado ao pólo negativo: por conseguinte, o circuito da referida bateria se completa através da água acidulada. Logo em seguida ao fechamento do circuito, pequenas bolhas de gás se desprendem de ambos os eletrodos, sendo que no da direita (P) elas aparecem em quantidade dobrada.

Durante a ação eletroquímica, a corrente decompõe a água, libertando o hidrogênio em P e o oxigênio em P1. Conforme nos revela a conhecida fórmula química H2O, a água é composta na proporção de dois volumes de hidrogênio, por um de oxigênio: a experiência acima decompôs o líquido em suas partes componentes, exatamente na proporção indicada. Se em vez de platina empregássemos cobre ou latão, o eléctrodo positivo P1 seria atacado pelo ácido e não se produziria oxigênio.

Invertendo-se o sentido da corrente no circuito, pela simples permutação dos terminais da bateria, o eletrodo de onde antes se desprendia hidrogênio, passa agora a forma de oxigênio e vice-versa.

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