Estes processos são baseados nas experiências descritas anteriormente. Consistem eles em depositar leves camadas de cobre, níquel etc, sobre peças de metal de outra espécie (cobre sobre ferro, níquel sobre cobre etc.) Na figura 28 substitua a placa de cobre (que constitui o cátodo K) por uma peça de ferro polida e sem a presença de matérias graxas sobre a superfície: ao circular a corrente, a peça de ferro, em poucos minutos, ficará coberta por fina camada de cobre. Temos assim a cobreação.

Para obter-se a niquelação será necessário substituir-se o banho eletrolítico e os dois elétrodos. O banho será formado por uma solução de sulfato duplo de níquel e amoníaco. O ânodo A será constituído por placa de níquel puro. O cátodo K será a peça, já limpa, de cobre ou latão, que se pretende niquelar: em pouco tempo ela ficará coberta por leve camada de níquel.

Para cobrear, niquelar etc, bastam de 3 a 6 volts, e a duração do processo depende do tamanho da peça. Da prateação e outros depósitos não trataremos aqui.

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