Tomemos um fio condutor, em forma de círculo, e colocado verticalmente numa caixa de madeira de modo que a metade dele apareça por sobre a tampa da referida caixa. Forcemos a passagem da corrente eléctrica pelo fio e espalhamos limalha de ferro por sobre a tampa percutida. As partículas de limalha, dispõem-se de tal forma que procuram formar círculos em torno do fio. Perto do centro do condutor circular tais partículas se dispõem quase paralelamente ao eixo do mesmo condutor. Pesquisando o campo, por dentro e por fora, mediante uma pequena bússola: a agulha imantada, toma em qualquer ponto a direcção da limalha, e o seu pólo N aponta o sentido das linhas de indução do campo magnético.

Aplique-se a regra da mão-direita, e o resultado confirmará a posição das agulhas. Tratando de corrente circular, todas as linhas de indução penetram na área do círculo sempre por uma das faces que formam a superfície imaginária do mesmo círculo, e saem todas elas pela face oposta.

Se uma peça de ferro estiver suspensa sobre condutor curvo pelo qual circule uma corrente, tal peça tende a ser tracionada para baixo: o eixo dela é levado a coincidir com o eixo do condutor circular. O ferro é atraído até a posição em que ele possa recolher, através de si mesmo, o maior número de linhas de indução magnética gerada pela corrente. Igual tendência terá a peça B, também de ferro, onde o circuito da corrente é rectangular.

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