Façamos ainda uma comparação, embora grosseira, a fim de facilitar a compreensão do que acabamos de dizer. Suponhamos um recipiente metálico, fechado, no qual, sob a pressão de 6 atmosferas, foram introduzidos 2 metros cúbicos de gás. Se a pressão aplicada for de 12 atmosferas, comprimiremos 4 metros cúbicos no mesmo recipiente. Dividindo-se 2 (quantidade de gás = Q) por 6 (pressão = E), ou 4 por 12, obteremos em ambas as operações o mesmo quociente de 0,333, característico de tal recipiente. Imaginemos agora outro recipiente de tamanho dobrado (figura 160, em B). Aplicando-se a pressão de ,6 atmosferas introduziremos 4 metros cúbicos de gás neste recipiente maior. Com 12 atmosferas introduziremos 8 metros cúbicos. Dividindo-se 4 por 6, e 8 por 12, obteremos o quociente 0,666, característico da capacidade do recipiente maior, 0,666 é exatamente o dobro de 0,333, ficando assim verificado que a capacidade deste recipiente é dupla da do anterior. (1 atmosfera equivale a pressão de 1033 gramas por cm quadrado.)

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